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  • Luiz Fernando Quintanilha

É a vez delas! #mulheresnopoder

Elas já são maioria no ensino superior brasileiro. Também já são maioria entre os estudantes de Medicina. E maioria entre os novos médicos.


Dados do MEC, do CFM e da Faculdade de Medicina da USP mostram esses dados.


Dê uma olhada nos links abaixo:

http://portal.inep.gov.br/informacao-da-publicacao/-/asset_publisher/6JYIsGMAMkW1/document/id/6960488

http://www.flip3d.com.br/web/pub/cfm/index10/?numero=15&edicao=4278#page/2

http://www2.fm.usp.br/gdc/docs/cedem_92_relatoriopaemi.pdf


O interessante desse processo de feminização do ensino superior é que podemos discutir inúmeros aspectos: Será que estamos num processo de alcance da igualdade entre gêneros? Será que a feminização vai afetar de alguma forma a assistência à saúde, já que existem diferenças entre homens e mulheres acerca da carga horária, preferências de local de atendimento, especialidades escolhidas etc?


Qual a sua opinião? Nota isso na sua faculdade? Conta pra gente!


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